Havia uma maldição. Havia uma garota. Houve um túmulo.
Aprendi que assim como nos desenhos animados, não podemos olhar para baixo enquanto corremos, podem haver abismos. Abismos tão fundos a ponto de fazer aquele sonzinho de caída por um tempo longo e interminável. Não haverá mão que irá te alcançar. Você irá olhar para cima e gritar "socorro, socorro" mas ninguém irá te escutar, porque o som se abafa com seu sorriso e os seus "estou bem"
- Caroline Pádua

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Esta é em memória do aniversário – 27 de outubro de 1943 – quando o ouvi cantar pela primeira vez no Norte da África. Esta canção traz lembranças dos momentos mais felizes que já vivi – lembranças do show de um soldado das tropas americanas – cortinas feitas com tecido de dirigível – luminárias feitas a partir de latas de chocolate – ensaios que se prolongavam até tarde da noite… e um rapaz bonito, com uma voz de tenor maravilhosa… são memórias de uma noite chuvosa e dois soldados ensopados debaixo de uma árvore solitária na planície africana… Lembranças de uma noite fria e ventosa, em que nos metemos em um teatro para soldados e adormecemos em uma cobertura atrás dos bastidores, os dois, presos nos braços um do outro, e as lembranças do impacto causado ao acordar e ver que, milagrosamente, não tínhamos sido descobertos… Lembranças da felicidade de quando nos disseram que iríamos para casa e a devastação que sentimos quando soubemos que não iriamos juntos. A despedida calorosa em uma praia isolada sob o céu repleto de estrelas da noite africana e as lágrimas que não paravam de cair enquanto, no cais, eu via seu comboio ir longe no horizonte. Nós prometemos que estaríamos juntos novamente “em casa”, mas o destino sabia mais do que nós. Nunca aconteceu. E assim, Dave, eu espero que, onde quer que você esteja, essas memórias sejam tão preciosas para você como são para mim. Boa noite, durma bem, meu amor. Brian Keith.
Divulgada uma carta que traz luz a história de amor entre dois soldados homossexuais durante a Segunda Guerra Mundial   (via pronuncio)





De repente. Puf. Tudo acabou.
Quem é você, Alasca?   (via pronuncio)

Pode alguém roubar a felicidade?
A menina que roubava livros.  (via pronuncio)

Quando tínhamos cinco anos, perguntavam o que queríamos ser ao crescermos. Respondíamos coisas do tipo astronauta, presidente. Ou no meu caso, princesa. Quando tínhamos dez anos, perguntavam de novo. Respondíamos astro do rock, caubói. Ou no meu caso, medalhista de ouro. Mas agora que crescemos, querem uma resposta séria. Bem, que tal está? “Sei lá!”. Não é hora de tomar decisões difíceis e rápidas. É hora de cometer erros. Pegar o trem errado e ficar preso em algum lugar. Apaixonar-se. Muitas vezes. Especializar-se em Filosofia, pois não dá para ganhar a vida com isso. Mudar de ideia e mudar de novo, porque nada é permanente. Cometam todos os erros que puderem. Assim, um dia, quando perguntarem o que queremos ser, não precisaremos adivinhar. Saberemos.
Eclipse. (via acrescentada)